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Festa do Imigrante: O que ficou de bom? (e o que é preciso corrigir?)

O balanço e panoramas dos cinco dias de evento foram passados a limpo nesta terça-feira, em entrevista com o diretor-presidente da Fundação Cultural, Jorge Ferreira

Jorge Ferreira, diretor-presidente da Fundação Cultural de Timbó

Uma festa mais regionalizada, com público vindo dos municípios vizinhos e muitos turistas de todo o país, atrações culturais ricas e gastronomia variada, detalhes que caracterizaram a edição 27 da Festa do Imigrante, encerrada com chave de ouro e pavilhão lotado no último domingo (15/10). Na visão dos timboenses e da organização, o termo “sucesso” é a palavra que define o evento nestes cinco dias de festa, com uma programação repleta de atrações para todas as idades, recebeu pessoas de várias cidades da região, principalmente famílias, que aproveitaram da manhã até a noite.

Clubes de caça-e-tiro em destaque, tradição em cada detalhe e o clima familiar chamaram a atenção no evento, embora alguns pontos negativos acabaram aparecendo, como em alguns aspectos do sábado que foram motivo de alguma reclamação registrada. Ainda assim, um sucesso de público a olhos vistos, algo que Timbó não recebia de forma tão pronunciada há algum tempo.

E foi sobre estes pontos todos e as perspectivas para 2018 que o PGN deu destaque com uma entrevista com o diretor-presidente da Fundação Cultural de Timbó, Jorge Ferreira, que apontou os acertos e falhas a serem corrigidas na alcunhada “verdadeira festa da família”.

Veja:

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