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Câncer: Pesquisa inédita mapeia o câncer em Santa Catarina

Estudo cruza dados nacionais com realidade no estado e traz numeros que podem guiar pesquisas e direcionar tratamentos da doença nos pacientes. O geografo e pesquisador Eleudemar Ferreira Rodrigues contou mais detalhes sobre este trabalho em uma entrevista exclusiva para Carlos Henriquei neste último sábado (16/06)

Temido, ainda misterioso, tão combatido e, felizmente pro várias vezes, vencido. O câncer ainda
desperta em muitos médicos e pesquisadores toda a sorte em dúvidas para as peculiaridades
mais variadas desta doença em momentos arrepiante e cruel. Estatísticas sobre suas
características e os tipos mais mortíferos já tem guiado alguns especialistas, especialmente em
busca de formas mais eficazes e menos invasivas de tratamento, algo que vise diminuir a
mortalidade e o aumento cada vez mais assustador de vitimas.

No entanto, ainda não é o suficiente para um mundo onde, assim como tudo a volta, até doenças
como o câncer parecem encontrar formas diferentes de ataque e evolução de quadro. No Brasil, estes numeros também tem evoluído na busca de caminhos para compreender a doença, o que em âmbito nacional é bem possível, mas restringindo-se aos estados da federação, o olhar mais profundo é trocado pelo superficial e poucos são os dados.

Mas Santa Catarina poderá ser uma espécie de exceção a regra. É que tem sido desenvolvida nos últimos tempos um estudo direcionado aos casos registrados no estado tendo como base resultados obtidos em pesquisas nacionais. O trabalho teve como ponto de partida a iniciativa do Dr. Melchior Moser e está sendo executado pelo professor Eleudemar Ferreira Rodrigues, tendo ainda a participação da oncologista radicada em Miami (EUA) Dra. Senen Hauf Prittikin. Know-how timboense em busca de compreender aspectos específicos da doença em nosso território.

E justamente o próprio Eleudemar, condutor da pesquisa, contou mais detalhes sobre este estudo que começa a dar os primeiros resultados de um trabalho ainda longe de ser terminado e que, agora, aguarda parceiros para a continuidade das análises e registros. O pesquisador contou este e outros detalhes sobre o estudo para Carlos Henrique no último sábado (16/06), em entrevista exclusiva à PG2.

Confira:

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